A modelagem do carbono vem se consolidando como uma ferramenta estratégica para tornar a produção de café mais sustentável no Brasil. O tema foi destaque em evento promovido pelo Clube illy do Café, com apresentação de pesquisa conduzida pela Universidade Federal de Viçosa.
A técnica permite analisar como o carbono circula e se acumula no solo e nas plantas, utilizando dados de clima, manejo e produtividade combinados a modelos computacionais. Com isso, produtores conseguem simular cenários e adotar práticas mais eficientes para aumentar o sequestro de carbono e melhorar a saúde do solo.
Entre as estratégias com maior potencial estão o uso de plantas de cobertura e sistemas agrícolas mais regenerativos, que ajudam a reduzir emissões e aumentar a retenção de água e nutrientes. Esses fatores contribuem diretamente para a produtividade e a resiliência das lavouras diante das mudanças climáticas.
A iniciativa também reforça a tendência de integrar tecnologia e sustentabilidade na cafeicultura, permitindo decisões mais precisas e fortalecendo a produção de café de forma ambientalmente responsável.





